Em 2022 iniciou-se uma jornada nesse meu coração, através de escolhas muito firmes das quais antes eu não dava conta. São quase quarenta anos e até então vivi como se meu corpo fosse uma panela de feijoada: muitos ingrediente em ebulição, com gosto forte e acompanhado de caipirinha.
As vésperas do meu aniversário, sinto-me presenteada com uma simplicidade de vida. Tão básica como um cuscuz com leite morninho, pouco sal. Novos tempos chegaram, e apesar das coisas estarem difíceis por um lado, existe uma perspectiva de um caminho mais seguro, com mais propósito e novos ares. Seria a maturidade, meu Deus? Uma coisa parece certa: prestar atenção em mim mesma, na minha intuição, nos sinais do meu corpo, nos mistérios do tempo, como se a velha sábia falasse ao meu ouvido, tem sido bem transformador.
Trouxe pequenas resoluções não fajutas e urgentes para não se maltratar em 2023, um compilado desse balaço anual pessoal, mas que segue também como meus desejos sinceros e amorosos para todos vocês que passam por aqui.



Simbora mais um ano?








