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Em 18.05.2016 - Por Leyla Silva

Cacto e suculenta na caneca sem furo, porque SIM!

Uma das perguntas mais freqüentes na minha página é justamente sobre como plantar em canecas, já que elas não tem furos. Essas são as minhas e a prova que é possível sim ter suculentas em vasos sem furos.

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O melhor é que não tem nenhum segredo, a questão é que como as “sucas” precisam de pouca água, não é necessário colocar até escoar como costumamos fazer com outras espécies, por isso amo, amo e amo cada vez mais essas coisas verdes e gordinhas com ou sem espinhos chamadas de suculentas.

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Mas tem outra coisa que podemos fazer quando não temos experiência ou quando nossa filhinha verde mora onde a terra não secará rápido pra não apodrecer as raízes, ou seja quando mora longe do sol, ou dentro de casa, sim, porque todo mundo é viciado e quer tê-las por perto, ao alcance da vista, em cima de algum móvel, decorando aquele cantinho fofo da casa.

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Usar pedriscos, argila expandida, pedaços de madeira ou de isopor é nossa carta na manga. Mas gente só? E funciona? Posso dizer por muitas e muitas experiências que sim.

O que acontece? Você vai regar sua “suca” com pouca água (claro), mas se acontecer de demorar a secar essa pequena quantidade de água, será filtrada pelo substrato e irá para a parte de baixo da caneca ou vaso, nesse caso sem furo. Pra que esse processo aconteça corretamente você precisa ter certeza que o substrato está aerado o suficiente, pra isso use areia misturada na terra, isso vai facilitar o escoamento e sua suca não vai apodrecer.

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Fiz um passo a passo com fotos das etapas de criação de um mini jardim em um vaso lindo, porém sem furo pra vocês verem, olha só como é simples:

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Então se você tem aquela caneca ou xícara linda que foi da sua vó ou do seu casamento e não quer deixa-la mais guardada dentro do armário essa é uma ótima opção não acha?  A xícara quebrou a asa! Coisa mais comum. Tasca-lhe uma suculenta “migos”. Já até virou modinha nesse mundão “véio sem porteira” que é a internet (Pinterest, blogs, igs…).

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Fica de olho nas postagens, dia 30 estarei aqui, dessa vez falando sobre o SOL, sim, o sol e o efeito nas sucas. Um beijo bem suculento!


Em 18.05.2016 - Por Ana Medeiros

VLOG – Design, decor, descanso e Kembali Hotel

Lembram do post que falei do meu final de semana no Kembali Hotel? Quem tava ligado no snapchat @avoqueria, viu muitos vídeos que gravei por lá, mostrando toda decoração do lugar e alguns momentos engraçados #abafa.

E pra felicidade geral da nação (Será? Hahaha), diga ao povo que tem um vlog (ainda tímido) sobre tudo isso lá no canal. Sim gente, por mais que vocês me peçam para gravar horrores de videos (Já adianto que atenderei todos os pedidos, porque esse ano eu tô com a mulésta), eu ainda tô aprendendo os paranauês de ser vlogueira. Então me dêêm um desconto, prometo gravar mais e melhor. O som muitas vezes não favorece muito, vamos nos organizar, prometo!

 

 

Por hoje, vamos espiar o meu fim de semana curtindo o sol, fazendo “negócios” na praia e experimentando sal do himalaia, hahahaha.

Aproveita e se inscreve lá no canal? Dá uma forcinha pra eu me empolgar ainda mais? <3


Em 17.05.2016 - Por Ana Medeiros

Por que eu não sou a metade da mãe que tento me convencer que sou

Dia desses li de alguém que eu não era a metade da mãe que eu tento me convencer que sou,  e como maternidade é um dos assuntos que tratamos aqui no blog, gostaria de falar porque essa pessoa tem razão Realmente eu não sou a mãe que eu tento me convencer que sou, amém.

Ainda quando estava grávida do meu primeiro filho, o famoso Vinico, tentei ler toda a literatura do mundo a respeito de como cuidar de um bebê, baixei livros, entrei em grupos de mães, conheci mulheres na mesma situação (grávidas) e todo o bêabá da mulher super bem informada que vai parir. Lá no meu íntimo eu achava meio um saco, mas não admitia o quanto tudo era penoso, afinal , que dádiva! Daí ele nasceu e eu passei longas noites em claro e na maioria delas, sozinha, já que eu não trabalhava fora, como se eu não trabalhasse dentro… E o tempo foi passando, passando, ele cresceu, muita coisa aconteceu, e até que por uma decisão a dois, engravidei novamente.

 

 

As minhas gravidezes foram sempre difíceis: enjoos muito fortes até os 5 meses quase 6. Chorei muito de arrependimento nas primeiras semanas, uma culpa misturada com uma luta imensa em aceitar que era o meu desejo, que eu tinha programado, que tudo o que se passava na minha cabeça era somente culpa dos hormônios, que tudo daria certo, até hoje  não entendo muito bem. Ah, eu nunca fui uma grávida de conversar com as minhas barrigas, na verdade sempre pedi para os pequenos monstrinhos que morararam ali, ficarem quietos pra eu respirar melhor, para eu dormir melhor. E só pra constar, tive um segundo parto traumatizante e violento, e minutos depois, descobri um novo amor. Nós mães vivemos numa dualidade imensa.

Daí pouco mais de ano eu virei uma mãe solo (Como diz o Papa, não existe mãe solteira, mãe não é estado civil), e hoje sou uma mãe com uma nova vida e com um namorado. Paro pra pensar que tenho somente 33 anos e rio disso tudo. Eita vida doida da peste.

Mas vamos focar no título desse post, né?

ana e os meninos

Tendo exposto essa breve história da minha vida materna e percebido que realmente nunca romantizei a maternidade, mesmo inconscientemente,  tenho que aplaudir mais uma vez o quanto essa outra pessoa que me falou isso tem razão. Bravo, bravo!!!

Não preciso ser essa super mãe que eu tento ser através de todas as minhas auto-cobranças e das cobranças machistas alheias. Só preciso ser quem eu sou, sem me tentar me convencer de nada, preferencialmente. Sempre achei a maternidade também um caminho muito cruel e dolorido, porque estou tentando acreditar no contrário? Há sete anos era um saco decifrar choros intermináveis, há dois anos foi horrível andar por um corredor sangrando, morrendo de dor e frio, sozinha. Controlar febre, tentar colocar o cinto de segurança no bebê conforto enquanto o pioio se debate, não poder cagar (desculpem) em paz lendo uma revista, não acompanhar meu namorado em um show, deixar de comprar algo pra mim pra pagar a mensalidade da escola…São exemplos rasos, corriqueiros, coisas de “quem tem filhos”, porque ainda existe um outro lado mais intenso e avassalador, mas deuzulivre falar sobre essas coisas mais íntimas aqui, porque podemos ter bafafá polêmico na vida real e na virtual, deixa quieto, pra um outro post. Ultimamente tô muito zen.

Mas sabe a melhor parte disso tudo? É que nada disso tem a ver com  o AMOR que sinto por eles. É um amor que cuida, que abriga, que é intocável em sua plenitude. Posso ser uma péssima mãe diante dos olhos de quem for, não preciso de aprovação. O retorno de toda a minha doação está diante dos meus olhos, diariamente, me provando que eu estou no caminho certo sim, ainda que cometa deslizes diários, falhas imperdoáveis, erros desnecessários. Tudo isso a gente descobre tentando acertar, e todo dia antes de ir deitar, quando dou uma passadinha no quarto deles, a satisfação é garantida.

Na terapia aprendi que todos os meus sentimentos são reais e legítimos, até os mais temidos por mim mesma, até os mais desdenhados por outras pessoas. Talvez eu não tenha muita vocação pra maternidade ROMANTIZADA mesmo, meus filhos me conhecem com cada uma das minhas qualidades e defeitos, e mostrar no dia a dia o quanto sou humana só me aproxima deles, ainda que os queira distantes em alguns momentos, quando estou cansada, precisando cuidar de mim mesma ou apenas querendo ter uma noite #hot com meu namorado. Tá tudo bem, não há nada de errado nisso.

Dia desses gritei loucamente com Vinícius, me descontrolei com Bernardo e vim dirigindo aos prantos, pedindo pra que pelo amor de Jah eles parassem de brigar ali no carro, que eu não tinha condições emocionais pra fazer duas coisas ao mesmo tempo e que precisávamos chegar vivos em casa. Quando estacionei eu desabei ainda mais, e chorei soluçando durante dois minutos enquanto eles me assistiam pelo retrovisor.  Quando entramos em casa, expliquei que ser adulta é difícil, que ser mãe é trabalhoso pra caramba e que o que eu mais desejava naquele momento era dormir. Vini me olhou e disse “Pode chorar mais um pouco, mamãe. Agora dormir só mais tarde, porque você ainda precisa cuida da gente, né?”. É claro que sim, filho. E é lindo você saber que eu estou aqui e ter essa confiança de que sempre estarei por perto.

Não sou a metade da mãe que tento me convencer que sou, eu nunca fui. Mas venho descobrindo que sou melhor, bem melhor <3


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