Muitas coisas….
Semana passada foi meu aniversário, e eu nunca liguei muito pra essa coisa de comemorar a minha data…Agora venho com um papo clichê: Quando nos tornamos mães as coisas mudam, se mudam. Sinto que tenho que agradecer mais um ano ao lado dele, a agora não pode faltar uma velinha, ele adora apagá-la e ainda grita um “êêê mamain”. E meus convidados? Bem,veja com seus próprios olhos, rs.
Tenho andando bem ausente por aqui e ai você pensa “Lá vem o outro assunto clichê da falta de tempo”, melhor então ficar caladinha né? Rsrs. Trabalhando muito com a lojinha, muitas expectativas com a mudança para PE e tantas outras prioridades, que me impedem postar com mais frequência (Ui, falei!).
Mudando um pouquinho de assunto…Duas pessoas nessa vida me fazem virar tiete, fã apaixonada: Cauã e Cristiane Lisbôa. Pois é, só por eles sou capaz de pedir foto, autógrafo e amor eterno. E como a vida sempre reserva surpresas boas, certo dia recebi um email bacana da minha ídola, falando que encontrou meu blog quando procurava uma solução para algo na decoração de sua casa, e deu de cara com um post antigo onde eu falava de um dos seus livros que tinha lido. Já me considero amiga e importante por isso.
Agora em janeiro a Cris lançou mais um livro, “continuação” do anterior, mas isso nem importa se você quiser começar pelo atual. E como esse blog fala tanto de amor, fica aqui só um pouquinho do “Duas pessoas são muitas coisas”:
“O amor não diz. Nem por dentro. Não diz. O amor ensaboa a alma, faz arder, cospe fogo em cima das feridas outrora abertas por ele mesmo. Amor não é calmo, gosta de andar a cavalo, acha lindas as palavras açucena, mel e gota. O amor gosta de mulheres que se chamam Adélia e ri bastante quando chove. O amor dorme pouco, beija muito, bebe café, gim, cachaça de boteco. O amor é sem respeito, não teve educação e, dizem, nem mãe. O amor enreda os cabelos, sopra areia nos olhos. O amor ri dos delicados, faz chacota de Deus e nunca encontrou a palavra limite. O amor lava a honra com sangue e come com as mãos. O amor não comunica, mas manda cartas. Ás vezes. O amor deixa rastros, estrias, descampados e abre precipícios com foice. Ou colher. O amor tem mais vento do que fogo. E , como já disse alguém, água o amor não é”.
O livro é curtinho, gostoso e li em uma horinha. O que fica em você depois da leitura são muitas coisas.
Fica a dica, pra decorar a alma e ainda fazer um reforminha no coração.
Beijos,
Ana – quase 30.






















