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Em 28.04.2016 - Por Amandha Lima

Móvel de Quinta: Mobiliário Cuerda

Já postei nesse mesmo BatCanal um móvel bem resolvido (e pensado) como esse, vocês lembram? Pra quem não viu, vem ver (é só cricar!).  Cuerda também é um mobiliário contemporâneo, criativo e prático e tem os mesmos materiais em comum com a mesinha nó. Projetado pelo designer chileno Emmanuel González, Cuerda é um aparador de madeira que foi inspirado pelo ringue de boxe, redefinindo a nossa ideia de ‘que tudo pra tá bem guardado, tem que tá escondidinho’, trancado atras de portas.

movel de quinta - mobiliario cuerda3 Seguindo o conceito de ringue de boxe (onde as cordas são as paredes), nesse projeto as mesmas fazem o papel de portas de um móvel tradicional. A ideia é que a corda sirva tanto para mostrar o que está dentro do aparador, mas ao mesmo tempo, esconder o conteúdo de uma forma inusual.

movel de quinta - mobiliario cuerda1

Essa proposta ‘diferentona’ de guardar objetos facilita a correria da vida. Esse móvel é praticamente uma redefinição das prateleiras, que além de armazenar nossas coisitas, ainda nos proporciona contato visual com a mesma. Muito simples, bem facin e rapidin. Pegar, guardar e colocar coisas com zero portas para abrir. É pápuum , apenas estique o braço, pegue o objeto em questão e as cordas abrem e fecham num instante.

movel de quinta - mobiliario cuerda O aparador mede 120 x 35 x 60 cm , é feito de madeira compensada de 18mm ,com pernas torneadas de pinheiro e corda elástica de 8mm de alta resistência. Anotou certinho??? Já pode correr no marceneiro, tá? Então, tá!

movel de quinta - mobiliario cuerda5 movel de quinta - mobiliario cuerda4

Além da facilidade de manusear objetos rapidin como falei lá em cima, também dá pra usar tranquilamente qualquer dispositivo eletrônico no interior do móvel. Pois com a ausência de portas, podemos tanto manipular á mão ou usar o controle remoto pra isso. Ahhh, também rola guardar e usar caixas de som, pois não tem nenhum obstáculo que impeça esse feito (as cordas garantem a passagem do som).

movel de quinta - mobiliario cuerda6

Eu simplesmente adoro esse estilo de móvel criativo. Se você também gamou, mas acha que um aparador é muito pra o que você precisa, que tal o filhote dele? Isso mesmo, o Mini Cuerda, é capaz de fazer a mesma função. Olha só que lindo:

movel de quinta - mobiliario cuerda mini

Como escrevi esse post, já me sinto intima e vou chama-lo carinhosamente de ‘Cuerdinha’, hahaha. Pois bem, o cuerdinha (óbvio) é uma derivação do “Cuerda grande”, hahaha (tá parei!). Digamos que é uma mesinha de apoio. Ele é feito do mesmo material que o original, como sei que as vezes bate uma preguicinha de subir o texto pra ver do que é feito mesmo, vou repetir pra tu anotar. O tamanho desse é 40 x 40 x 60 centímetros, é feito de madeira compensada de 18mm ,com pernas torneadas de pinheiro e corda elástica de 8mm de alta resistência. E aí, foi? Então, tá!

movel de quinta - minimobiliario cuerda3  Gostaram desse aparador que é quase uma prateleira sem portas, uma prateleira fechada, aberta… ou melhor uma prateleira acessível a todos…? Fala nos coments o que achou. Ahh, também se fizer essa obra de arte em casa, nos mostra usando a restégui #avoqueria no instagram ou ainda melhor, se tiver e quiser (é claro) ver seu projetinho aqui em um post lindo e maravilhoso manda pro nosso email, que é o :

[email protected]


Em 27.04.2016 - Por Gabi Kopko

Sobre empatia e o batman

sobre empatia e batmam

Não é possível controlar o que os outros pensam a seu respeito e muito menos, como interpretam as coisas que diz e faz. Não sei vocês, mas sabe quando você faz algo com a melhor das intenções e sai tudo errado e você ainda pode ser transformada em vilã?! Sim, sim…acontece, já aconteceu. Seja por causa de numa palavra sem contexto, perdida, por causa de uma atitude… Não acredito muito nessas pessoas que nunca tiveram esse tipo de problema. Até minha mãe que é, aliás, a pessoa mais paciente e bondosa com os outros, já passou por isso. E olha que costumo dizer que se na porta do céu tiver fila e as pessoas forem convocadas por merecimento, (desculpe!)minha mãe será a primeira da lista. Pode ficar tranquilo que provavelmente as listas de primeiros lugares está com vários nomes de mães que conhecemos por aí.

Qualquer pessoa pode passar por algo assim e claro, o mais importante é que você tenha certeza de si e de quem você, independente do que pensem. Continue fazendo o que acredita.

Gostaram da introdução? Ela é apenas uma jogada, da minha parte, para que você entenda que as pessoas, mesmo querendo muito acertar, erram e erramos feio. Lembrem disso! Vai começar o que tenho pra contar…

Era uma vez uma  tarde seca em Brasília, daquelas que o nariz pede água com vontade. Estava fora de casa quando ouvi a seguinte frase ao atender a ligação:

- Seu filho tá com a boca machucada. Brigou na escola.

- Oi?que?como assim, gente?! que loucura?! que?

- Sim, a professora disse que estava brigando.

- Que horror! Ahhhhhh, mas deixa eu chegar em casa. Esse menino vai me ouvir. Será que é isso mesmo?! Afffffff…

Aí a imaginação começa: Será que ele tava provocando alguém? Não quero que meu filho seja o que fica apanhando dos outros na escola. Credo! Não, não posso incentivar meu filho a ter comportamentos violentos. A mãe da Elaine sempre dizia que se ela apanhasse na escola, apanharia em casa quando chegasse. Credo! Que será que esse menino aprontou… MAS ESSE MENINO! Só falta agora eu ter um menino véi que fica brigando na escola. Que ódio que eu tenho de briga! São esses filmes de super-herói. É coisa desse Batman nada a ver que ele gosta. Nunca mais. NUNCA MAIS esse menino vai assistir tv. Tá proibido esse negócio véio de super-herói. Que negócio de Marvel num sei das quantas….

Respiro fundo quando chego em casa e chamo o menino já com sangue nos ói. O pobre vem, óbvio, achando que vai ficar o resto da vida sem jogar vídeo game.

- Que conversa é essa de briga na escola?

- Não briguei.

Aí a mãe já começa a aumentar o volume.

- Como assim não brigou?! hã? Alguém bate nos outros sem o outro provocar?! Me diz!

- Não sei. Eu não briguei, mãe.

Aumenta o som mais um pouquinho.

- Agora pronto! Não brigou?! Então a professora tá doida, né?! Sua boca tá machucada! POR-QUE-VO-CÊ-BRI-GOU-NA-ES-CO-LA?!!?!? ANDA! Responde!

- Não briguei, mãe. Já disse. Foi assim: o fulano achou que eu queria brigar com ele e me deu um soco na boca.

- Do nada?! Foi?! Vou te tirar dessa escola! Que vergonha! Vou nunca mais vai assistir sas coisa véia de super-herói! O mundo real num tem coisa de ficar brigando com os outros não e dizer que num tava brigando. Nunca mais briga na escola tá?!

- Mãe, não briguei. Eu já disse! Fulano achou que eu tava brigando com ele e me bateu. Não fiz nada!

- Fez nada…

- É sério! Ele me bateu, mas eu nem tava brigando com ele.

- Eu odeio esse negócio de briga.

Meu filho não é santo. Eu conheço minha cria, mas confesso que MUITAS vezes já briguei/chamei a atenção dele, inclusive na frente das pessoas, para mostrar para os outros que ele estava sendo “educado”. A ideia dele ser diferenciado por causa de um comportamento, ainda que fizesse parte apenas da fase, dessa coisa mesmo de ser criança, me aterroriza. As pessoas são intolerantes com crianças. Que loucura isso, sabe… Você responde a um comportamento do com seu filho de uma forma  dura (exagerada), muitas vezes, tentando fazer com que alguém o veja melhor e não o interprete como alguém ruim. Como se ele já não fosse ele (e isso que é importante) e dane-se o que os outros pensam.

Mas ok… o buraco é mais fundo.

João foi a escola e falou para a professora que já tínhamos conversado com ele. Ninguém na escola soube nos explicar o contexto do que tinha acontecido. Passei dias tentando entender a situação, sem saber o que realmente aconteceu e perguntava a mesma coisa pra ele tentando com a mesma pergunta, uma nova resposta.

 - Ninguém bate em ninguém do nada, filho! Por que esse menino te bateu?

E ele continuava respondendo:

 -Mãe, ele achou que eu tava brigando com ele, mas eu não tava e aí ele me bateu.

Isso rolou antes das férias de junho. Quando foi em novembro,  a gente tava assistindo alguma coisa na tv sobre  violência doméstica e o Gael entrou na sala. Por ter conhecido essa realidade em outro momento da minha vida, estava com os olhos cheios de lágrimas, lembrando do passado e das coisas que passavam na minha cabeça naquela época a meu respeito.

-Mãe, por que você tá chorando?!

-Ah, filho…num é nada sério. Mamãe lembrou de uma coisa que aconteceu com ela e ficou triste. Já passou. 

Contei, mais ou menos, o que estava vendo e finalizei com o seguinte:

- Filho, promete que você nunca vai bater em mulher nenhuma?! Nem nas suas amigas da escola, nem em qualquer um, homem ou mulher. Por favor, promete que não vai bater em ninguém, não vai ficar brigando com as pessoas por aí. Isso não é legal. 

Não falei pra relembrar o que aconteceu na escola. Falei por falar. Falei o que estava sentindo, como queria que ele entendesse e o que eu queria que ele aprendesse, naquele momento ali, sobre aquele assunto.

- Mãe, não bato não. Não gosto disso. Foi por causa disso que o fulano me bateu aquele dia na escola que machucou minha boca. A gente tava brincando e a “menina x” queria entrar na brincadeira. Ele não deixou, ela falou que ele era chato e aí virou uma confusão. Ele queria bater nela e eu entrei na frente. ELE ACHOU QUE EU QUERIA BRIGAR COM ELE E ME BATEU. Eu só não queria que ele batesse na menina x. Não queria que ninguém me batesse se eu fosse ela.

Volto a Pergunta: Quantas vezes, mesmo com as melhores intenções, fomos interpretados da pior forma possível?!

E como isso pode doer.

Resumindo:

  1. Ele contou a verdade o tempo todo.  Sei que as crianças inventam muita coisa, mas nesse caso, algo me diz e me faz ter certeza que ele está dizendo a verdade.
  2. Ainda que, no primeiro momento, parecesse que ele tinha feito algo ruim, já que alguém disse que ele “estava brigando”, ele não fez. “Estava brigando”, para mim, significa participante da ação de forma ativa.  A versão passada para os pais, ou era de alguém não viu exatamente o que tinha acontecido ou de quem ouviu apenas uma das versões do fato. Alerta! Cuidado para não ser injusta, assim como fui, por ter apenas uma visão adulta de um acontecimento entre crianças.
  3. Os pais erram. Lembra que ali eu fiz uma introdução bacana pra reforçar que as pessoas erram, né?! Todo mundo erra… Todo mundo mesmo.
  4. A primeira coisa que me veio na cabeça com a resposta dele foi: Quantas vezes meu filho estava tentando me dizer algo e eu não vi além do que eu estava realmente perguntando?!
  5. O processo de aprendizado é punk para todos os lados envolvidos. Não só para as crianças. Eles vão sobreviver. Faz parte.
  6. Mesmo assistindo o Batman e todos os outros, seu filho poderá aprender valores importantes. O que ele vai aprender tem a ver com com o que ele está assistindo em você.
  7. Aproveite os momentos óbvios para falar da vida e ensinar, mas não duvide da capacidade dele de optar por boas escolhas quando você não estiver perto. Dentro dele estava claro que aquela atitude do amigo não era legal o tempo todo.
  8. Nossos filhos serão capazes de se posicionarem em momentos difíceis. O meu medo é a consequência disso, Brasil! Como vamos lidar se,mesmo tentando fazer algo bom, eles sofrerem coisas ruins?! E como lidar quando o que é bom para alguém é bizarro pros outros? É fato que a violência ainda é a forma de resolver muitas coisas para muitos adultos.
  9. O que descobri sobre a vida com isso?!  Fazer algo é tão importante quanto refletir sobre.  Ele preferiu agir ao  assistir o pior acontecer.
  10. Seu filho pode aprender coisas bacanas com o Batman ou apenas se divertir enquanto assisti tv.  Tá chato esse negócio de que tudo tem que ensinar as crianças, né?! Uai, deixa o menino só se divertir mesmo. Qual o problema!?

Depois de um abraço apertado e um pedido de desculpas (sim!), faço uma nova pergunta pro meu guri:

- Gael, você sabe o que é empatia?!

- Não! Que é isso?!

Ele sabe sim. Só não sabe ainda como escreve.


Em 26.04.2016 - Por Ana Medeiros

Últimos dias para decolar e viver fazendo o que ama <3

Se você já escutou essas frases:

“Por que você não passa em um concurso e depois faz o que quiser em paralelo?”

“Você é louco de querer largar seu emprego pra fazer isso!”

“Você precisa de um capital de giro, devia esperar um tempo até ter o dinheiro.”

“Você precisa de emprego fixo pra ter segurança e benefícios.”

Tá na hora de dar uma banana e mudar!

Sabe aquele empurrãozinho, aquela forcinha pra acender a chama do empreendedorismo em você? Temos tudo aqui abaixo, e totalmente gratuito. Massssss atenção, que todo esse conteúdo ficará disponível por pouco tempo, então corre que ainda dá pra gamar de vez e perder o medinho de “viver fazendo o que se ama”!

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Para se inscrever e receber o mini curso (introdutório) GRATUITAMENTE clique AQUI .

Já estive aqui falando do Decola!Lab e volto pra gente conversar mais uma vez.

Quem me conhece há mais tempo das internê, sabe muito bem que sempre fui de empreender. Já tive dois negócios criativos online: O primeiro acabou porque não suportei crescer (por mais que isso possa parecer absurdo) e o segundo com o fim do meu casamento.

O terceiro está sendo gestado e daqui a pouco aparecerá nesse mundão do empreendedorismo criativo. Agora com mais conhecimento, maturidade, experiência e ORIENTAÇÃO. Já falei que não existe uma fórmula pronta, que com o Decola! Lab vamos aprendendo que tudo tem que ser feito de um jeito muito particular  e com muita criatividade, e tenho aprendido isso na prática, através dos exercícios e também de muito bate papo com a galera do curso.

O Decola!LAB tem uma listinha de não-mandamentos que é uma beleza pra você entender o espírito da coisa toda =D

os 10 não mandamentos blog

os 10 não mandamentos blog 1

Então se você anda por aí, perdendo um tempão e sonhando em trabalhar com algo que realmente você gosta (E isso não quer dizer que não vá exigir muito esforço e dedicação), você precisa fazer o curso inteirinho da Rafa. Fora todo o conteúdo regular do Decola! Lab, você ainda vai receber vários bônus, olha só:

1. Comunidade no Facebook: sem dúvidas, a coisa mais valiosa do programa!
2. 10 sessões coletivas de suporte e tira-dúvidas: possivelmente a coisa mais divertida do programa e o que vai te ajudar a ficar em foco.
3. Curso Produtividade Criativa: antes mesmo do Decola!, pra você organizar a casa e fazer o que deve ser feito.
4. Curso Dindin para Empreendedores Criativos: pra aprender a pensar, gerenciar e fazer as pazes com o dinheiro.
5. Curso Vídeos Criativos Sem Mistério: pra aprender a usar vídeos pra alavancar o negócio e ainda se divertir fazendo.
6. Curso Caixa de Ferramentas para Situações Fora da Zona de Conforto: para aprender a ser mais autêntico, mesmo em situações que dão medo.
7. Beabá de Tecnologia: pra aprender a colocar o seu primeiro site no ar!
8. Beabá de Ferramentas Digitais: pra descobrir as melhores ferramentas pro seu negócio.
9. Bebá de Formalização: pra tirar dúvidas sobre burocracia e formalização.
10. Aula surpresa: pra gente aprender juntos, algo novo! Você escolhe e a a Rapha ensina!
E além desses 10 bônus, mais dois no bolo, olha só:
11. Aula Produtos de Informação: pra aprender a colocar o seu curso online no mundo.
12. Aula Narrativas Digitais e Inteligência de Conteúdo: pra usar as mídias sociais pra contar sua história e gerar engajamento da sua galera.
13. Um kit lindo da minha nova lojinha, cheio de lançamentos. Também estarei sempre disponível pra te orientar e tirar suas dúvidas, combinado? Mas se liga, pra isso acontecer, você tem que se inscrever através do meu link, clicando aqui
As inscrições se encerram depois de amanhã, dia 28/04, então não fica aí de bobeira porque essa é a única turma de 2016.

Pra quem ainda não conhece a Rafa e seu trabalho, essa palestra aqui é incrível e vai te fazer tomar um fôlego, respirar fundo, arregçar as mangas e agir:

TEDx Blumenau Salon “Seja Um Canivete Suíço” 

Ah, e pra não ficar de fora das outras novidades, acompanhe tudo direto da nave mãe, haha. Olha aqui  o instagramfacebook da Espaçonave, aproveita e cola também no da querida Rafa Cappai instagram.

Se você gostou da dica, passa o post e todo conteúdo pra frente compartilhando com sua galera, nas redes sociais e no até no boca a boca? Quando você compartilha me ajuda a levar a frente este projeto léééando que é EMPREENDER E VIVER DISSO, e obviamente que se inscrevendo pelo meu link ganho um dindim pela indicação, ainda que eu fizesse isso de graça, juro juradinho, rs.

via GIPHY

 


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