Quanto tempo dura uma reforma?

Tenho muitas casas: o apartamento que estou morando, a minha casa virtual (que completa 10 anos em Setembro), as casas de alguns grandes amigos, a casa da minha mãe, a casa do meu pai, a casa da minha irmã. Sei que todas elas são abrigo, se der alguma merda tenho pra onde correr. Mas tinha uma casa que vinha fazendo de veraneio, há muitos anos sem passar um tempo importante nela, tirando o pó e não passando o pano. Resolvi reformar, trocar o piso, mudar a hidráulica, ajeitar toda a parte elétrica e renovar a pintura, desde não sei que dia, mas estava nela.

Sei que não é a primeira vez que venho aqui no blog justificar meus hiatos nas postagens, mas gostaria que assim como parei e entendi que o processo é longo, espero que vocês também compreendam. Amo escrever, amo decorar, amo projetos, amo trocar muitas ideias, amo compartilhar o que chega por meio dessa casa virtual, mas em muitos momentos em que não estive aqui, estava fazendo toda essa reforma trabalhosa dentro de mim.

Passei por mudança de cidade em Dezembro, por alguns problemas familiares, por adaptação dos pioios, por uma nova vida depois de duas, três, quatro novas vidas. A que tinha antes dessa não estava me fazendo feliz, àquela casa linda e decorada não era mais um lugar que eu me sentisse acolhida, assim como a anterior, e não sou de ficar onde não me cabe mais, ainda que pague meu aluguel todos os meses em dia.

E foi isso. Não sei se tenho mais algo a dizer porque acho que todos os outros textos que virão nesse blog irão explicar, mas uma coisa é certa: Sinto-me feliz por estar agora empolgada em voltar com #ACQMVQ, em ter uma reunião quinta-feira sobre planejamento de pautas, pela estreia do “Programa Fazer o quê?”, agora com a minha participação, ainda em Maio e com tantos outros planos que estão surgindo.

De toda forma, cola lá no Instagram @avoqueria, lá estou todo santo dia =)

Isso aqui agora vai ferver, confia.

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Ana Medeiros
É a neta de D. Edite. Ana comanda o #ACQMVQ e vive diariamente decorando aqui e ali. Trabalha home office produzindo conteúdo para o blog e outras empresas das internetes. É mãe de dois pioios lindos, ama comer, desaguar nas palavras, e não dispensa uma caipirinha no fim de semana. Sabe que ser livre também é perder o controle, que morar é mais do que habitar e que um abraço apertado é melhor que banheira de ofurô.
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2 Comentários

  1. Querida Ana, enquanto v. não souber o que te faz feliz (caso não saiba), provavelmente, continuara mudando de casa em casa. O problema não é a casa, a cidade, o exterior. O problema está dentro da gente, Por razões diferentes das suas, tive uma família que se mudava regularmente (a cada um ano, dois anos..). Como criança, isso não me trouxe felicidade, só me abateu. Era um tormento começar de novo sem que eu tivesse pedido por isso. Beijos

  2. Concordo com a Alexandra, minha mãe tb mudava muito, diversas vezes, e depois de adulta fui perceber que era algo que faltava dentro dela. E isso na infância me causava muito desconforto. Agora, como leitora assídua, desde o início, seu blog é um dos poucos que ainda abro todos os dias para ver as postagens, e, fico triste quando não encontro.
    Entendo que é um momento seu, amada, e como fã do seu blog, torço para que volte com tudo, que volte como a Ana que conheci a anossss atrás. Alegre, criativa, inventiva e que passava felicidade com o que fazia. Talvez esteja faltando isso. Felicidade.
    Grande beijo…

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