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Em 15.05.2015 - Por Ana Medeiros

Xô, gripe!

Já foram levar as crianças pra vacinar? Crianças de 6 meses até 5 anos, idosos com mais de 60 anos, gravidinhas, mulheres até 45 dias após o parto, doentes crônicos…

A campanha 2015 já começou e  até o dia 22 de Maio você pode ir a qualquer posto de vacinação.

“As vacinas são trivalentes, ou seja, imunizam contra três tipos de vírus diferentes. A composição da vacina é recomendada anualmente pela OMS, com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a cada ano a vacina da gripe muda, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus da gripe naquela época. “

Lembrando os antigos e eficientes cuidados com a gripe que estamos já cansados de saber, mas vez ou outra vacilamos. Informação nunca é demais:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool
  • Sempre que possível, permanecer em ambientes abertos para evitar a contaminação
  • Evitar o contato com pessoas doentes
  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e outros objetos de uso pessoal
  • Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável.

Aqui em casa também estou sempre atenta ao período escolar, que onde o Vini sempre chega com resfriados e gripes. Evita mandá-lo para a escola para não contaminar outros amiguinhos e começo os cuidados de prevenção com o Bê, principalmente nesse época do ano.

Simbora meu povo!!! =)


Em 14.05.2015 - Por Ana Medeiros

O que podemos fazer na decoração de uma casa alugada?

Recebo muitos comentários e emails com essa perguntinha danada que atormenta a cabeça de quem não faz ideia de como decorar uma casa que não é sua, e hoje falo sobre esse assunto lá no Blog Mara, da super parceira do blog, a Lojas Marabraz!

Ainda com fotos da minha antiga casinha, pra provar que é possível sim senhor, decorar uma casa alugada e deixá-la cheia de personalidade.

Vem comigo? Só clicar aqui. 

casa 7


Em 12.05.2015 - Por Ana Medeiros

O lugar que eu sempre quis estar

IMG_20150510_125306 Lembro poucas coisas da minha primeira infância. Meus pais foram e são pais bem diferentes dos pais da maioria, e agora que sou mãe, vejo o quanto isso sempre foi confuso na minha cabecinha de criança. Esse post talvez esteja um pouco sem sentido, porque é difícil organizar os pensamentos quando nem os sentimentos conseguem ir cada um pro seu devido lugar, não é mesmo?

Só sei dizer que meus pais não foram pais convencionais, e acho que em algum momento da minha infância cansei dessa vida sem muito procedimentos e fui buscar um prumo, tinha 10 anos quando sai de casa pela primeira vez. Fui morar com vovó. Fiquei uns dois anos e voltei pra casa, acho que fui  tentar ter uma família normal mais uma vez, sem sucesso.

Experimentei morar em outra cidade com eles, mas daí constatei por a+b que as coisas jamais seriam da forma como eu gostaria, como era na casa da maioria das minhas amigas, e pra ser sincera lembro de pouquíssimos momentos felizes em família “convencional”. Todos erravam, mas a diferença é que ninguém errava tentando acertar, errava por errar mesmo. Meus pais não amadurecem, mesmo depois de duas filhas, eles nunca foram adultos o suficiente. E ponto. Nãos os culpo, mas esse é o meu diagnóstico.

O meu pai é um cara bacana, do bem, sei que posso contar em qualquer momento e situação. Me ensinou muito sobre humildade. A minha mãe deve ter uns 17 anos, com cabeça de 12, e sinceramente eu não sei o que sinto por ela, mas sou grata pela minha vida, se é que a gente deve mesmo agradecimentos por termos saído da barriga de alguém. Minha mãe precisa de uma dependência emocional que eu jamais poderei suprir, nem quero, mas desejo imensamente que ela seja a pessoa mais feliz do planeta terra.

Dizem que depois que nos tornamos pais fica mais fácil entenderemos os nossos pais, mas comigo aconteceu o inverso. Depois que tive o Vinícius e o Bernardo fica difícil entender como fui criada, amada e cuidada. E algo dentro de mim dói, entristece. Seria eu uma pessoa cheia de rancores? Talvez. Terapeutas deixem seus contatos nos comentários.

Mas antes de terminar esse post eu preciso deixar aqui todo o meu amor e gratidão a pessoa que mais me amou nessa vida. Do jeito que ela sabe amar: Com zelo e segurança.

Foi na casa da minha vó que eu sempre encontrei um lar, uma cama confortável, um pãozinho quente e uma palavra direta e certeira nos momentos que sempre precisei. Todas as vezes que cheguei com as minhas malas na porta da sua casa, ela com um beijinho na minha cabeça rápido (Ela não é muito de toques) disse: fique aqui porque essa casa também é sua, vou pegar uma toalha limpa pra que você tome um banho. Não chore Nana, aqui também é a sua casa

 Na verdade a sua casa foi o lugar que eu sempre quis estar, e isso me salvou tantas vezes, e explica tantas coisas. Obrigada Vó. Sinto falta de vez ou outra fugir para a nossa casa.


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