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Em 17.05.2016 - Por Ana Medeiros

Por que eu não sou a metade da mãe que tento me convencer que sou

Dia desses li de alguém que eu não era a metade da mãe que eu tento me convencer que sou,  e como maternidade é um dos assuntos que tratamos aqui no blog, gostaria de falar porque essa pessoa tem razão Realmente eu não sou a mãe que eu tento me convencer que sou, amém.

Ainda quando estava grávida do meu primeiro filho, o famoso Vinico, tentei ler toda a literatura do mundo a respeito de como cuidar de um bebê, baixei livros, entrei em grupos de mães, conheci mulheres na mesma situação (grávidas) e todo o bêabá da mulher super bem informada que vai parir. Lá no meu íntimo eu achava meio um saco, mas não admitia o quanto tudo era penoso, afinal , que dádiva! Daí ele nasceu e eu passei longas noites em claro e na maioria delas, sozinha, já que eu não trabalhava fora, como se eu não trabalhasse dentro… E o tempo foi passando, passando, ele cresceu, muita coisa aconteceu, e até que por uma decisão a dois, engravidei novamente.

 

 

As minhas gravidezes foram sempre difíceis: enjoos muito fortes até os 5 meses quase 6. Chorei muito de arrependimento nas primeiras semanas, uma culpa misturada com uma luta imensa em aceitar que era o meu desejo, que eu tinha programado, que tudo o que se passava na minha cabeça era somente culpa dos hormônios, que tudo daria certo, até hoje  não entendo muito bem. Ah, eu nunca fui uma grávida de conversar com as minhas barrigas, na verdade sempre pedi para os pequenos monstrinhos que morararam ali, ficarem quietos pra eu respirar melhor, para eu dormir melhor. E só pra constar, tive um segundo parto traumatizante e violento, e minutos depois, descobri um novo amor. Nós mães vivemos numa dualidade imensa.

Daí pouco mais de ano eu virei uma mãe solo (Como diz o Papa, não existe mãe solteira, mãe não é estado civil), e hoje sou uma mãe com uma nova vida e com um namorado. Paro pra pensar que tenho somente 33 anos e rio disso tudo. Eita vida doida da peste.

Mas vamos focar no título desse post, né?

ana e os meninos

Tendo exposto essa breve história da minha vida materna e percebido que realmente nunca romantizei a maternidade, mesmo inconscientemente,  tenho que aplaudir mais uma vez o quanto essa outra pessoa que me falou isso tem razão. Bravo, bravo!!!

Não preciso ser essa super mãe que eu tento ser através de todas as minhas auto-cobranças e das cobranças machistas alheias. Só preciso ser quem eu sou, sem me tentar me convencer de nada, preferencialmente. Sempre achei a maternidade também um caminho muito cruel e dolorido, porque estou tentando acreditar no contrário? Há sete anos era um saco decifrar choros intermináveis, há dois anos foi horrível andar por um corredor sangrando, morrendo de dor e frio, sozinha. Controlar febre, tentar colocar o cinto de segurança no bebê conforto enquanto o pioio se debate, não poder cagar (desculpem) em paz lendo uma revista, não acompanhar meu namorado em um show, deixar de comprar algo pra mim pra pagar a mensalidade da escola…São exemplos rasos, corriqueiros, coisas de “quem tem filhos”, porque ainda existe um outro lado mais intenso e avassalador, mas deuzulivre falar sobre essas coisas mais íntimas aqui, porque podemos ter bafafá polêmico na vida real e na virtual, deixa quieto, pra um outro post. Ultimamente tô muito zen.

Mas sabe a melhor parte disso tudo? É que nada disso tem a ver com  o AMOR que sinto por eles. É um amor que cuida, que abriga, que é intocável em sua plenitude. Posso ser uma péssima mãe diante dos olhos de quem for, não preciso de aprovação. O retorno de toda a minha doação está diante dos meus olhos, diariamente, me provando que eu estou no caminho certo sim, ainda que cometa deslizes diários, falhas imperdoáveis, erros desnecessários. Tudo isso a gente descobre tentando acertar, e todo dia antes de ir deitar, quando dou uma passadinha no quarto deles, a satisfação é garantida.

Na terapia aprendi que todos os meus sentimentos são reais e legítimos, até os mais temidos por mim mesma, até os mais desdenhados por outras pessoas. Talvez eu não tenha muita vocação pra maternidade ROMANTIZADA mesmo, meus filhos me conhecem com cada uma das minhas qualidades e defeitos, e mostrar no dia a dia o quanto sou humana só me aproxima deles, ainda que os queira distantes em alguns momentos, quando estou cansada, precisando cuidar de mim mesma ou apenas querendo ter uma noite #hot com meu namorado. Tá tudo bem, não há nada de errado nisso.

Dia desses gritei loucamente com Vinícius, me descontrolei com Bernardo e vim dirigindo aos prantos, pedindo pra que pelo amor de Jah eles parassem de brigar ali no carro, que eu não tinha condições emocionais pra fazer duas coisas ao mesmo tempo e que precisávamos chegar vivos em casa. Quando estacionei eu desabei ainda mais, e chorei soluçando durante dois minutos enquanto eles me assistiam pelo retrovisor.  Quando entramos em casa, expliquei que ser adulta é difícil, que ser mãe é trabalhoso pra caramba e que o que eu mais desejava naquele momento era dormir. Vini me olhou e disse “Pode chorar mais um pouco, mamãe. Agora dormir só mais tarde, porque você ainda precisa cuida da gente, né?”. É claro que sim, filho. E é lindo você saber que eu estou aqui e ter essa confiança de que sempre estarei por perto.

Não sou a metade da mãe que tento me convencer que sou, eu nunca fui. Mas venho descobrindo que sou melhor, bem melhor <3


Em 16.05.2016 - Por Verônica Cavalcanti

deCORAÇÃO com história: A casa da Verônica – Parte 2

Pra quem pegou o bonde andando, essa é a continuação desse post aqui. Pronto podemos continuar a visita na casa da Veronica? Então vamos… >Ana<

Continuando…

 

 

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (23)

E a cozinha??? Aff, essa deu um trabalho danado! Ficou menor do que imaginava. Não foi erro de projeto. Foi erro de execução. Mas merecia aquela bossa. Eu sonhava com azulejos antigos. Lá fui eu e meu pai, fiel escudeiro, naquelas lojas do centro do RJ comprar azulejos diversos. Fiquei mais ou menos duas horas na loja garimpando azulejos e montando a composição da parede. Ao final numerei um a um e cheguei com uma caixinha cheinha deles, linda e faceira para o pedreiro, que só executou. Deu nisso aí ó: Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (19) Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (24)

Os detalhes, como luminária feita de escorredor de macarrão eu colhi a imagem na internet e mandei executar, porque eu não tenho a menoooooooooooooooor paciência e habilidade pra fazer atualmente. Meu negócio é mandar fazer, executar que é bom, necas de pitibiriba! Ficou fofo né?
Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (23)

O gasto maior e que foi um presentão dos meus pais, foi essa marcenaria para receber toda a minha vasta coleção de canecas. Eu tive a ideia há muuuuitos anos atrás de executar um móvel só para elas. O pai de uma ex-aluna, marceneiro desenhou pra mim, mas só fui executar mesmo, muitos anos depois, adaptando obviamente ao espaço disponibilizado que era a lateral do passa prato. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (6) A madeira, pasmem, foi reaproveitada do antigo telhamento da casa que foi todo demolido para dar lugar ao novo telhamento. Ela ia toda para o lixo. Madeira com mais de 100 anos, cheias de pregos, farpas, mas qual não foi a nossa surpresa quando nosso marceneiro lixou ela e saiu aquele perfume, hummmm era Pinho de Riga, madeira nobre e que é extinta hj em dia. Com ela fizemos o porta canecas e as portas de dois quartos, mais alguns detalhes do escoramento do lambri do teto. Um luxo! Essa casa é cheia de histórias e fala por si!

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (29)

A cristaleira que fica na entrada da cozinha, veio de um antigo apartamento meu. Eu mandei fazê-la e ela é um coringa, já me livrou de muitos apertos. Chegou a hora de virar estrela e ganhar destaque na casa. O pintor lambuzou ela de amarelo. Ficou super mal pintada. Mandei ele arrancar tudo e no meio do caminho mandei parar, adorei ela assim, com cara de velha.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (12)

 

Um pátina às avessas. Amei! Ela guarda minhas poucas louças herdadas. Os puxadores, garimpei numa viagem a Paraíba do Sul, interior do RJ.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (3)

Mesa de jantar e cadeiras vieram… adivinha? Da casa da minha avó paterna. Não gosto desse tom escuro, queria clarear ela, mas a verba era pouca, priorizei os dormitórios, a sala ficou pra depois, muito depois, mais especificamente 2015, quando finalmente conclui ela, mas isso é para um próximo post, ok? Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (10)

De qualquer maneira eu troquei o forro das cadeiras por chita. Cada um com uma estampa diferente. Um capoteiro fez pra mim. Um rol de profissionais poderosos eu tive o prazer de conhecer nesse período. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (4)

Os quadros na parede, eu fui garimpando pela internet, alguns. Tem um antigo LP que ganhei de um amigo muito querido nos idos de 1988 e outro LP original de Lamartine Babo que pertenceu à minha querida tia Alice, nome que deu origem ao da minha filha. O destaque foi para a caricatura dos meus filhotes que eu mandei fazer aqui, na Feira do Lavradio. O caricaturista fez em menos de meia hora olhando duas fotinhas três por quarto deles, ficou perfeito! Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (16)

Por fim, ufa, o quarto dele. Do meu menino Daniel. Exigente, cri cri sabe? E confesso que no dele eu não investi muito. A cama veio herdada dos meus sobrinhos. A colcha, minha tia fez de presente para ele. As almofadas, uma, meu amigo artesão fez. Outras comprei nessas lojas de materiais de construção que vendem de tudo um pouco, sabe? A prateleira veio de outros apartamentos e abriga o carrinho do bombeiro que foi do meu irmão quando criança.  veronica casa

A bancada veio da casa do meu tio que ia jogar fora, comprei o bom e velho plástico adesivado e forrei de azul.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (11)

Os caixotes com rodízio seguem o mesmo padrão do quarto da irmã e abrigam livros e brinquedos grandes. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (26)

Baldinhos em cima da bancada de estudo ajudam a organizar as canetas e lápis de um menino que ama desenhar. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (27)

Luminária comprada em uma papelaria aqui perto, mas foi carinhaaaaaaaaaaaaaa, é assinada. Vai vendo. A estante azul foi o maior investimento da casa, comprei numa loja virtual e ela organiza os infinitos brinquedos desse menino em caixas plásticas, obviamente etiquetadas. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (2) O lustre lindo, eu comprei numa loja que só vende produtos diferenciados e ele amou quando viu! Os quadros e posters, baixei da internet aproveitando a fase Star Wars que permanece até hj e o quadro dos heróis foi parar no banheiro dele. Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (21) Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (17) Fotos: Sambacine

Ficou fofo com o box de pastilhas de vidro azul e espelho prateado futurista que era um antigo quadro da primeira comunhão da minha mãe. Arranquei a foto, guardei e meti o spray na moldura. Depois foi só pedir para uma vidraçaria colocar um espelho.

 

UFA! Postão hein? Será que vcs terão paciência pra ler isso tudo? Juro juradinho que vou tentar ser mais objetiva e menos prolixa no próximo ok? Mas esse foi o primeiro e vcs precisavam me conhecer melhor. Tem forma melhor de conhecer uma pessoa do que conhecer a casa dela? E detalhe, essas fotos foram de 2012, estamos em 2016 alguma coisa já mudou. A casa tem hall e sala agora decoradinha, com heranças também. O quarto do Dani ganhou um ar de modernidade e pré-adolescência, mas manteve alguns itens principais. O da Alice, ganhou um ateliê de costura e um de artesanato dentro. Ficou curiosa? Guenta aí, se a Ana deixar (Deixa! Deixa!), eu faço um post com o Little Extreme Make Over de 2015. Porque a casa da gente tem que acompanhar os nossos momentos e tem que ter a nossa cara, né não?

beijos da menina do AO

Verônica Cavalcanti


Em 12.05.2016 - Por Verônica Cavalcanti

deCORAÇÃO com história: A casa da Verônica – Parte 1

Então, esse amor louco pelo ACQMVQ começou alguns bons anos atrás. Na época que as crianças dormiam cedo e eu conseguia pesquisar por longas horas varando a madrugada muitas vezes. Foi amor à primeira vista!

Para, para, para tudo! Deixa eu me apresentar. Sou Verônica, dona do Ateliê Ordenar. Pra quem não conhece, uma empresa de organização que já existe há 12 anos no Rio de Janeiro em em São Paulo, mas de profissão na verdade, lá se vão 20 anos. Uma das primeiras pessoas a trabalhar com isso no RJ e também no Brasil. Mas na verdade, minha formação é publicitária. Bem, essas sãos as minhas principais vocações, a organização e a escrita. Mas existem outras Verônicas que moram dentro de mim, uma delas, ama decoração também. Foi aíiii que cheguei na casa da avó. Procurando referências para a tão sonhada casa que insistia em não sair do papel. Foi uma luta viu? Ralação muita, dinheiro pouco porque ainda tinham os gêmeos para sustentar sozinha. Sim, isso é um papo para outra hora. Então já sabe né? Da cueca à creche quem pagava era euzinha com o fruto do meu trabalho, minha paixão mor, a organização!

 

 

Quando a casa saiu do papel eu tinha um mooooooonte de coisas guardadas por casas de tias, amigos e meus pais. Uma loucura juntar tudo isso de forma harmônica num espaço novinho em folha! Ao longo dos sete anos em que morei em 25 metros quadrados com os gêmeos -  digo que eu poderia morar até em submarino com os dois depois dessa experiência -  fui agregando coisas e sonhando alto com a decoração da minha casa. Mas não tinha grana pra tudo não gente! Foi complicado! O jeito? Foi aproveitar todos os móveis possíveis e inimagináveis. As sobras da família, dos falecidos (sério), das heranças maravilhosas que meus avós, e alguns parentes deixaram pra família ou abriram mão e eu fui lá e catei sem nenhum orgulho. No proud!!!!!

E pra mostrar que “minha casa é de ferreiro e o espeto também”, tudo foi milimetricamente pensado para caber em cada espaço. Tudo foi sonhado, imaginado, vivido antes na cabeça pra depois se tornar realidade. Cada coisinha que eu comprava eu já imaginava o quão lindo ia ficar na parede, no móvel, no espaço.

E assim, o primeiro espaço a ficar pronto foi meu quarto. Cama velha, já vinha “rodada” de outros apartamentos que morei. Mesinhas herdadas das avós paterna e materna. Bules também. Colcha que minha avó fez quando eu era menina ainda.

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A cabeceira da cama é fake, meu pai achou na rua e trouxe pra casa na certeza de que ia adorar. Acertou! Abajur com cúpula customizada por um amigo artesão. Tijolinhos originais da casa de 1908 – muitos suspiros pra isso hein? De novo mesmo? Só os quadrinhos com as fotos dos meus pequenos que baixei do Instagram, ampliei e enquadrei.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (1)

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Dentro do quarto, eu criei um espaço de trabalho e um micro closet. Complicado isso viu? Projetos futuros de ter a sede oficial do AO (Atelie Ordenar) fora do meu quarto. Porque cada dia que passa fica mais complicado trabalhar aqui minha gente! Dar aulas e consultoria pelo Skype vai ficando cada vez mais difícil, só quando as crianças não estão em casa. Então, esse espaço foi composto de uma porta encontrada na rua. Meu pai também catou pra mim. Ele é o rei do lixo e eu como filha dele…

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Essa mesa/ porta abriga minha estação de trabalho. Note e impressora, luminária (agora já tem), canecas, muitas e com canetas, e eu sou a louca das canecas, vcs vão ver mais adiante. As paredes sempre com muitos quadros, adoooooooooooooro! Pranchetas que uma amiga artesã fez e que ajudam a organizar a rotina. Cadeira herdada de uma empresa que organizei o arquivo me mandaram jogar no lixo e um frigobar vintage, meu maior investimento. Ficou pronto meu cantinho!

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (31) Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (7)

Ah, o quadro de recados feito de rolhas, eu mesma fiz, num tempo muito distante onde sobrava tempo e ideias e minha vida ainda não tinha virado de cabeça pra baixo com o nascimento dos gêmeos.

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O meu banheiro? Meu sonho de consumo, um banheiro enorme, um box gigaaaante e cor nos detalhes. O espelho amarelo era um quadro que ficava na parede da casa da minha avó. Retirei a gravura e aproveitei a moldura mandando colocar um espelho. Quadrinhos de pin ups herdado de alguma cliente.

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O móvel com as toalhas, veio do quarto da minha tia que faleceu precocemente. Abrigava os livros dela. Os colares, ficam num cinteiro expostos, facinho de escolher qual usar.

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Então esse móvel foi repaginado de amarelo, minha cor preferida, e abriga todo o enxoval de banho. Todo! Sim, aqui menos é mais! Nem precisamos de tantas toalhas assim, né?

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (5)

Chegamos ao quarto da minha menina Alice. Esse foi o espaço mais lindo que eu já pude idealizar. E detalhe, sem gastar um tostão. Só a luminária foi comprada novinha em folha. O armário foi herdado também da minha tia, bem como a penteadeira.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (

O investimento maior foi em laca, ou seja, dar cor aos móveis. Cores essas escolhidas pela dona do espaço. A sapateira atrás da porta me ajudou a organizar as muitas bonecas da minha filhota.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (22)

Os caixotes de madeira também decorados pelo meu amigo artesão, foram pintados e colocamos rodízios e abrigam as pelúcias e livros, e podem andar pelo quarto todo, ficando ao lado da cama quando se quer escolher um livro para ler, por exemplo. E os quadros na parede, eu mesma baixei da internet alguns posters do filme Alice No País das Maravilhas e Mary Poppins, minha paixão e algumas bonequinhas de papel. Eu era louca por elas na infância. De alguma forma, me realizei no quarto da filhota, né?

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Charmosa mesmo ficou a mesa de estudo. Foi do meu pai quando era criança, ficava na cozinha da minha avó. Meu pai num cansa de dizer que tomava sopa nela.  Pintei de branco e forrei o tampo com um papel de presente lindo que comprei numa loja grande do varejo, isso mesmo, papel de presente.

Veronica Cavalcanti - a casa que a minha vo queria (14) Fotos: Sambacine

Coloquei um vidro em cima e pronto! Baldinhos brancos para os lápis e canetas e uma luminária que também foi uma das poucas aquisições para este espaço.

Gente, para o post não ficar imenso, amanhã postaremos a segunda parte. Adorei que a Vero chegou, chegando, hahaha. <Ana>


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