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Em 08.02.2017 - Por Ana Medeiros

A casa também é deles! #Desafio1 #MinhacasanoACQMVQ

Dia desses postei um desafio para fazermos um post colaborativo aqui no #ACQMVQ, usando as resteguis lá no Instagram (Quem aí ainda não segue o @avoqueria, cola lá que o conteúdo é sempre exclusivo e vai rolar “ao vivo” nos próximos dias). O tema foi  ”A casa também é deles”, e a parada era mostrar os bichinhos de estimação circulando pela casa, em um momento “donos do pedaço”.

Marminhagente, quantas fotos lindas e engraçadas, olha só que moral esses povo tem dentro de suas casas!! Alguns em cima da cama dos donos, outros parecem até que estão conferindo se as coisas em casa estão no lugar, alguns fazem poses e outros distraem ou dormem com as crianças, tem até o que passa se olhando no espelho, hahahah. Gente do cér

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Também prometi um presentinho pra foto mais linda, mas quem disse que consigo escolheeeer? Então abri uma votação aqui e ME AJUDEM PELAMOR <3

Qual a sua foto preferida?

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O próximo desafio será postado no começo da próxima semana lá no Instagram, mas pra já deixar vocês preparados para os cliques, o tema será “Na minha casa é carnaval o ano inteiro”, daí vocês podem mostrar aquele cantinho mais colorido da sua casa, que tal? Vamos fazer outro post lindo por aqui? Também vou tentar mandar um presentinho junto com alguns parceiros do blog, combinado? (Espero que eles topem!).

Então pra participar, usa #MinhacasanoACQMVQ ou somente #AvoqueriaCarnaval que a gente te encontra por lá.

Xêro!

Ps: Olha esse post da Evénha mostrando a marcenaria que ela fez pros bichanos dela! Dona da p**** toda!


Em 07.02.2017 - Por Ana Medeiros

Um dia na nova rotina.

O primeiro dia de uma nova rotina nunca é fácil, tinha consciência disso e passei o dia muito disposta a enfrentá-lo. O relógio tocou às 05:40h, escovei os dentes, comecei a me arrumar, entrei no quartinho deles, desliguei o ar-condicionado, abri a persiana e fui tentando acordá-los aos poucos. Desci, separei em cima da mesa as marmitinhas com o almoço que eu tinha feito no domingo, os dois lanches, da manhã e da tarde, conferi se estava tudo certo com as mochilas de coisas de escola e depois com as mochilas de coisas de ficar na escola em tempo integral (Com roupa, cueca, shampoo, sabonete, escova de  dente, chinelo, garrafinha, etc.), voltei pro quarto, chamei mais uma vez, continuei me arrumando e entre alguns protestos, vesti Vinícius. Logo em seguida, tentei mais um pouco, mostrei um “gagau” e Bernardo despertou…Mesmo processo pra levantar, mas enfim, prontos!

Na mala do carro já estava todo o material da escola (Pois é, deixei pra levar no primeiro dia de aula): 1584 rolos dos mais variados papeis, duas sacolas grandes com os demais materiais, mais duas sacolas de livros, 4 mochilas, duas lancheiras e dois meninos nas suas devidas cadeirinhas. Pra acordar, música nas alturas. Liguei na Jovem Pan, mas Bernardo queria Nação Zumbi. Expliquei que tinha perdido meu pendrive e que teria que ser a música da rádio mesmo, ele chorou por exatos dois quilômetros do nosso trajeto.

Na calçada da escola Vinícius tentava me convencer que não iria tomar banho na escola, que ele odiava a escola, que ninguém toma banho na escola e que não era justo ele ter que ficar nu na frente de alguém que ele não conhece. Falei que ele já tinha 7 anos, que poderia tomar um banho sozinho como faz em casa, que todas as tias da escola estavam acostumadas, que também eram mães e que ele não precisava ter vergonha. Ele disse: Mas mãe, eu tenho vergonha, por favor! Você não diz que o nosso corpo é só nosso e que outro adulto que não seja alguém de nossa confiança não precisa tocá-lo sem nossa permissão? Então? Pá! Primeira lição do dia. Verdade Vinícius, você não precisa tomar banho aqui na escola até se sentir à vontade, combinado.

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Veio o momento de adaptação, muitas crianças chorando, outras eufóricas, outras apáticas, outras curiosas. Entreguei Bernardo aos prantos para a professora, o nó involuntário na garganta apertou ainda mais, me escondi no terraço até que ele ficasse calmo. A professora veio me informar que ele foi pra sala do irmão e que depois ela o buscaria, e que agora eu poderia ir, qualquer coisa me ligaria (Esse momento traz alívio, mas ao mesmo tempo, culpa, dor e medo, e não queiram explicar, é difícil e só).

Finalmente estava estacionando em frente a academia, vamos se cuidar porque essa nova rotina também é pra isso. O professor perguntou meu objetivo, minha idade, a última vez que eu tinha me exercitado e “você tomou café da manhã”????  Tinha esquecido dessa parte. Corri pra padaria, devorei uma tapioca, malhei por uma hora e meia, voltei pra casa, tomei um banho, fiz um cardápio pra semana, e voltei pra escola, já perto do meio dia.

Eu queria ter conseguido não voltar, mas foi maior que eu. Chegando lá dei um banho em cada um (Sim, Vini aceitou o banho comigo), acompanhei o horário do almoço, perguntei mais uma vez pela programação de recreação da tarde, passei um tempo lambendo as minhas crias, encorajando-os, mostrando nas entrelinhas que ali era um lugar seguro, bacana e com pessoas boas, além de muito divertido (E tentando me convencer de tudo isso também, claro). Após uma hora e meia, veio de novo a sensação que a gente não sabe explicar.

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Minha tarde foi imensamente produtiva. Consegui fazer um planejamento para todo mês de fevereiro, consegui estabelecer algumas metas profissionais pra médio e longo prazo, consegui ter foco. Consegui mesmo.

No horário da saída no fim da tarde, cheguei num misto de saudades e expectativas, querendo saber como tinha sido pra eles esse novo começo, se eles estavam bem, quais atividades tinham feito, todas essas curiosidades. Consegui arrancar algumas frases, que obviamente não me satisfizeram, esses meninos são metidos a adolescentes, só falta mesmo o fone no ouvido, rs.

Chegando em casa estavam muito irritados, climão da porra, paciência em todos nós praticamente não existia, sei lá, foi um dia de sentimentos variados tanto pra mim, quanto pra eles, já que nunca tínhamos passado por essa experiência do integral. Brigamos, ficamos tensos, tomamos todos um banho juntos e fomos jantar. Bernardo apagou antes das 19h e Vinícius capotou às 20h.

Fui ajeitar o almoço para o outro dia, os lanches, repor as roupinhas, conferir as agendas, deixar os uniformes separados, tentei assistir algo pra descansar, mas não consegui e fui pra cama, satisfeita com o meu dia, apesar de uns contratempos no caminho, de umas chateações que não cabem nesse post.

A sensação que vencemos durou até meia noite e meia, logo depois que consegui pegar no sono e o primeiro abandonou a sua cama e chegou na minha. Ok, pode ficar aí, vamos dormir. Logo em seguida chegou o segundo. Tudo bem, podemos fazer da minha cama esse campo de refugiados. Gente, estava tudo bem, juro que estava. Daí o mais novo acorda querendo leite, desço já cheia de dores do primeiro dia de musculação para pegar o leite. Lá pras tantas o outro reclama que está com dor nos pés, levanto pra pegar uma meia. Cadê dormir de novo? Cabeça já pensando nas coisas que precisam ser feitas no dia seguinte. A fralda de Bernardo vaza e sinto um quentinho nas costas, levanto pra trocá-la, coloco um lençol por cima do outro lençol, exatamente onde está mijado, e digo “agora vai” (3 da manhã). Mais uma vez me acordo no pulo porque lembro que o ar condicionado do quarto deles ficou ligado e a conta de energia está vindo cara pra cacete. Levanto. Lá pra quatro e pouco, Bernardo acorda mais uma vez dizendo que já podemos descer pra assistir TV, me finjo de morta e morro mesmo, porque se não for pra vez ou outra trollar os filho tudo, eu nem teria sido main.

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Acordo com o despertador, com a sensação de uma surra, porém me sentindo mais durinha (a gente gosta de acreditar em uns milagres), e peço forças pro universo, que ilumine a minha vida de mãe solo dessas duas criaturinhas mais santas, e que esse choro baixinho e tão devastador antes das 6 da manhã, seja o escape apenas de um cansaço, de medo em tá fazendo as coisas erradas mais uma vez, dessa sensação de impotência que sentimos quando pensamos que podemos perder o emprego a qualquer momento, e com isso, não mais suprir as necessidades dos pequenos, medo do resto do ano, medo das mil doenças que a gente pensa que eles podem ter, cansaço, insegurança, medo. Vontade de um abraço sem julgamentos.

E repito tudo outra vez, mas hoje, coloquei logo que acordei uma batata doce pra assar e sai comendo no carro com uma garrafa de chá de hibisco (Não estou fazendo regime louco não, definitivamente não é comigo, mas estou evitando até onde posso alguns alimentos, consumindo outros e por aí vai), resolvi não malhar porque fui marcar uns exames, e pronto, estou escrevendo esse post.

É isso manas, só um “pequeno” desabafo, vlw flws! Abracem as crianças e as mães do mundo, por favor.


Em 03.02.2017 - Por Ana Medeiros

Dicas para um cantinho da leitura (E o que fiz no quarto dos pioios)

Desde sempre quis fazer um cantinho da leitura para os pioios, alias, a grande intenção em não colocar guarda-roupa no quarto deles foi pra que sobrasse alguns poucos metros pra montar a cabaninha, colocar um tapete fofinho, almofadas e uns suportes para os livrinhos na parede (na pegada montessoriana, assim como o quadro negro ao lado. Tudo ao alcance das mãos, rs).

Ah, calma: Sei que estou devendo mostrar o quarto todo, mas já gravei um vídeo tour mostrando detalhes. Se inscreve no canal que assim que acabarmos de editar, subo lá.

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Não preciso convencer vocês das vantagens de um cantinho da leitura para os pequenos né? Estimular o hábito é indiscutivelmente necessário, e nesse momento de alfabetização (De Vínicius, no caso), tem sido bem importante e muito lindo acompanhar a evolução na leitura. Confesso que temos lido bem pouco nessas férias, tínhamos combinado uns livrinhos e horários, mas acabou não rolando por causa das saídas dele pra dormir na casa do primo, do avô, da tia…mas já combinamos em voltar a nossa rotina.

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Vini desde bebê gosta de livros, ficava impressionada em como ele folheava direitinho as páginas, sem rasgar, se preocupava se estavam na bolsa sem amassar e sempre passava um bom tempo distraído com as figuras e os exemplares interativos. Bernardo é menos cuidadoso, mas ama ouvir uma historinha, ainda que tenha alguma dificuldade em se concentrar até o fim da história, hahaha.

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Como acaba um monte de gente perguntando de onde são as coisinhas, vamos lá:

A cabana comprei numa campanha de Westwing, então não sei quem são os fabricantes (Se alguém souber pode me avisar aí nos comentários). Mas tem um perfil lindo que sigo lá no Ig, e eles faz umas bem lindonas, a @cabanas_bacanas. O tapetinho é de uma loja local aqui de Gravatá, as almofadas também foram compradas na Westwing. As prateleiras mandei fazer, iria colocar na DaVó, mas entramos em recesso por lá até eu conseguir organizar a rotina com os meninos. Os ganchinhos de cactos, as penas e os quadrinhos, são da queridíssma Hurra!

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Gostaram do resultado?

Agora algumas dicas e outras inspirações lindas:

*O cantinho da leitura já pode ser montado na primeira decoração do bebê, afinal, você já pode ler pro seu filhote desde a barriga. Inicialmente pode ser ali do ladinho da cadeira de balanço que você usará para amamentar, que posteriormente será o lugar onde seu pequeno sozinho, vai começar a se interessar pelos livrinhos.

*Caso não queria uma cadeira de balanço ou outra poltrona no quarto, é ainda mais aconselhável fazer um cantinho no chão mesmo, com um tapete, futon, colchão, cabaninha, muitas almofadas, bichinhos e brinquedos que eles gostam de ter poe perto.

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*O espaço da leitura deve ser um lugar lúdico e convidativo, então nada de querer deixar àquela coisa com cara de biblioteca municipal do Estado, neah? E lembrando que não necessariamente esse espaço para a leitura precisa ser no quarto, concordam?

*Planeje o cantinho da leitura dentro de um ambiente tranquilo, longe de TVs e que não seja em um local de circulação de toda a família. Esse é um momento onde eles precisam deixar a imaginação fluir, de reflexão. Os livros nos levam para um novo mundo.

*Faça companhia a criança, mostre que esse é um cantinho positivo e também um momento de vocês. Se a criança já souber ler, porque não levar também o seu livro, enquanto ela lê o dela? Crianças seguem exemplos, gravem isso aí.

*E o mais importante: Os livros precisam ficar totalmente acessíveis, onde ela não precise te chamar a cada 15 minutos pra pegar um novo.

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Agora manda a tua dica aí pra gente também nos comentários e boa sorte com os pequenos leitores <3


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