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Em 23.04.2015 - Por Ana Medeiros

Móvel de quinta: Closet compacto

Gosta de praticidade e tem pouco espaço? Aqui uma ideia fantástica pra você que não liga pra roupas fora de um guarda-roupa tradicional.

Se você parar pra analisar direitinho ele é todo “montado” com chapas retas de madeira, então nem é difícil de trazê-lo pra vida real né? E colocando as rodinhas, ainda fica fácil de limpar ou levar pra qualquer cômodo da casa.

movel de quinta

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Em 22.04.2015 - Por Eva Mota

Musée Le Carnavalet

Se alguém chegasse pra mim e perguntasse “Ei, menina véa, ei, tu aí mesmo com esse zoião… Por onde começo aqui em Paris?”  Eu  sem dúvida ia sugerir o Musée Le Carnavalet como um ponto inicial. Além de ser um museu pequeno em relação aos outros, que você pode conhecer todinho em uma tarde, é gratuito e conta a história de Paris por meio dos ambientes, móveis, objetos, relíquias que fizeram parte de períodos importantes para o surgimento da cidade e para a história da França, como a queda da Bastilha e muitos outros conflitos e guerras políticas. Se há muita beleza, luxo, exagero e curiosidade, há também muita crueldade, tristeza e isso pode ser visto também pelos ambientes, alguns trazem modelos de pequenas guilhotinas e outros artefatos usados nas execuções em praças públicas. É importante entender mais sobre isso também.  Antes de tudo, perdoa a qualidade das fotos, foram feitas com o cel, já que eu, tapada, não carreguei as pilhas da câmera.

Depois de passar pelo térreo, onde se encontra desde pequenos objetos que eram usados nas casas até parte da porta que sobrou do incêndio do Hôtel de Ville, a antiga prefeitura, a gente chega aos andares superiores com vários espaços montados. Com misturas de estilos, dá pra ter uma noção de como se vivia. Em quase todos os ambientes há a presença de alguns tipos de Boiseries, espécie de painéis com moldura em madeira nas paredes.

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É muito detalhe, muita história do mobiliário e dos estilos como Luis XIII, XIV, XV, VI, Barroco, Rococó, Regência e Diretório por exemplo. A madeira, durante décadas, foi o principal material para a fabricação, desdes as mais conhecidas, como mogno, até algumas bem exóticas como amaranto e violeta.

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E a partir dela, outros materiais e técnicas iam sendo aplicadas fazendo surgir novos padrões. Pintura, entalhe, metais aplicados, ossos, pedrarias e principalmente, o mármore. À direita por exemplo, um provável móvel do período Regência, estilo mais exagerado que o Rococó, mas ainda assim com linhas curvas. Pés em forma de pata de animal, curtas, tampo em mármore e aplicações com motivos orgânicos eram outras características.

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O volume, as curvas, a sumptuosidade bem típicas dos períodos mais clássicos se espalhavam por toda a casa. Pelos quartos dos grandes..

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E dos pequenos também. Olha este berço, minha gente…

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É detalhe demais pra um mini príncinpe só, né? :D

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Além de objetos, o Museu Carnavalet ainda guarda mais de 2000 mil quadros que retratam o cotidiano dos parisienses antigamente, de escritores, artistas, políticos, mulheres que se destacavam.. enfim, mais coisa ainda pra gente conhecer. Quanto mais o tempo muda, os móveis também. Alguns se tornam mais retos, simples como alguns móveis Luis XVI, mais delicados, pernas mais retas. Menos volume, menos curvas.

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É no Museu Carnavalet que a gente topa com parte do quarto da Maria Antonieta e a coleção de livros dela. Além dela, muita gente conhecida pela história. Marcel Proust escreveria suas principais obras nesta escrivaninha aí. Ela e outros móveis da casa do escritor estão muito bem conservados e expostos para o público.

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E já no final de 1800, o Art Nouveau chega dando beleza, graça, com linhas orgânicas, adornos que lembram folhas, flores e outros elementos da natureza aos móveis e ambiente. Abaixo, parte da vitrine de uma joalheria francesa toooda inspirada no Art Nouveau.

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É realmente muita coisa pra ver, minha gente, isso só foi um pingo. E cada peça, cada espaço há textos contando um pouco da história daquele ambiente, de como a França estava, aí dá pra entender ainda mais. Se por acaso cansar de tanta informação, volta outro dia, pois como te falei, o museu é gratuito. Ou então, vai passear pelos jardins lindos que há no Carnavalet. Jardim francês lindo é redundância, né não? Um beijão e até djá!

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Em 20.04.2015 - Por Ana Medeiros

Um vestido pra chamar de meu

No último sábado fui ao casamento de uns amigos e foi uma lindeza (Mostro fotos da decor depois), tudo muito fofo, simples e criativo. Hoje quero mostrar pra quem não viu no Instagram o vestido que usei, que não foi feito pensando em mim, mas até parece que foi…hahah #elapirou #tapensandoqueeblogueirademoda #taseachando.

Na verdade conheci a Céu de Loucos por indicação dos próprios noivos, e quando soube que o casamento seria de manhã e em clima mais informal, não deu outra: Vou lá comprar o meu vestidénho na Débora. Vocês lembram dela? Lembram que mostrei aqui no blog a casa/ateliê dessa moça corajosa, dedicada e super talentosa?

Débora é estilista e mora aqui numa cidade vizinha a minha, em Caruaru. O vestido foi feito sob medida, mas na loja online qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil, pode fazer sua encomenda passando as medidas do corpitcho. Vou te dizer que mesmo gordinha como estou, a roupa vestiu super bem, amei. Usei com uma sandália baixinha porque ficar o dia todo de salto correndo atrás de bebê não rola de jeito nenhum.

Casinhas + Nuvens = Ana Medeiros, hahaha. Ah, o vestido tá meio amassado porque as fotos foram tiradas na volta, assim que cheguei da festa. Foquem na lindeza geral e nos outros detalhes:

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Gostaram?

 


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