Só penso na casa do interior
Ainda não encontramos uma casa pra morar, vamos ficar alguns dias na casa da minha irmã e na casa do meu pai, até acharmos o nosso canto.Comentei essa semana no Facebook que não estou muito exigente com a escolha da casa, e que até ficarei “felizinha” se tiver alguns desafios pela frente, se não for a casa dos sonhos, afinal de contas a graça é essa, ter sempre o que ajeitar, arrumar, decorar.
Como vamos vender os nossos móveis e levar somente alguns objetos mais pessoais, como quadros, livros e lençóis, teremos muito trabalho pela frente. Me vejo como há 6 anos atrás, deixando o lugar que vivo atualmente e indo embora praticamente só com a roupa do corpo (o juízo já perdi faz tempo,rs).
Como já dito, apesar de todo o apego as nossas coisas, penso mil vezes por dia: “Como será minha próxima sala?,”E meus móveis que mandarei fazer sob encomenda na minha nova cidade (conhecida como cidade dos móveis?), ficarão exatamente como penso?”, “Quero uma cozinha com objetos bem regionais”, e por ai vai…muita ansiedade e expectativa. Estamos indo após o carnaval.
Deixo um aviso: Tentarei não focar somente na minha mudança e na nova vida, mas será inevitável que nos próximos meses o blog será um diário de tudo isso. Vou dividir com vocês as descobertas decorativas, a busca pela casa nova, a compra dos apetrechos e sempre que possível, através de alguns vídeos (daquele jeito super profissional que sei fazer, cof), por ser mais prático.
Já estou entrando no clima do interior, das casinhas antigas e dos detalhes simples da vida. Qualquer imagem que me remeta a esse novo estilo de vida, já desperta um sorriso em meu rosto. Maike mora bem longe de onde estarei daqui a uns dias, mas a casa dela certamente me trouxe esse sorriso e um suspirinho de leve. Certeza que terei uma toalha vermelha xadrez, um banco na mesa pra todo mundo sentar junto, uma prateleira na cabeceira da cama, um armário mais rústico e todas as outras frutiquices que fazem a diferença.


































