Você certamente já deve saber que a cor do ano é o azul e blábláblá (até porque já falamos disso aqui).Eu tenho meio que um trauma com essa cor, aliás, tinha.
Morei muitos anos com a minha Vó, essa que vocês conhecem mesmo, a Dona Edite. As paredes do apartamento dela eram pintadas de azul e ficou assim por muitos anos (uns seis anos, por ai). Esse tempo foi a mesma época da minha adolescência e como eu era mega enjoada do rosa da infância, achava que usando azul eu estava sendo rebelde, conclusão: minhas roupas eram quase todas da mesma cor, azul. Então eu cresci, vivi, casei -pausa: com um homem que ama azul e tem as camisas listradas em todos os seus tons – multipliquei – outra pausa: uma criaturinha do sexo masculino e resumindo, dei à luz a um giz de cera azul – e por aí vai.
Ontem estava pensando na cor e cheguei a conclusão que, até agora, as únicas coisas “azuis” que tenho em casa relacionado a decoração e afins, são as tampas dos tupperwares (nada a ver ne?). E como sou uma pessoa altamente influênciável e a tendêcia internacional diz que, a cor do momento, são as light blues, vocês já devem saber o resultado ne? Estou tendo um caso de amor com elas e perdoando toda a perseguição de anos.
Mas assim, não é qualquer “paradinha” azul que estou gamando não, são principalmente os móveis…
T-a-r-a-d-a por eles:
Aaah, próxima semana termino com a decoração do quarto do Vini (dei uma mostrinha no Twitter) que será toda trabalhada no azul com marrom. Claro que postarei moças.
***Vovó diz que há três anos suas paredes estão verdinhas e que torce para que quando eu for visitá-la, eu não incie um novo processo traumático.